Renato Godá

Considerado um dos melhores compositores da nova geração pela revista Bravo! e pelo jornal Folha de São Paulo, Renato Godá é um escritor de músicas endiabradamente românticas que leva ao palco uma performance única que vem arrebatando nos últimos dois anos plateias no Brasil e no exterior.

Em 2012 o artista se apresentou pela primeira vez nos EUA como convidado do festival SXSW, um dos mais importantes eventos de música do mundo, e fez turnê no Texas e Novava York. Em turnê na Europa, seus shows entraram na lista dos favoritos dos editores da revista Timeout, bíblia do entretenimento inglês, que o comparou a Serge Gainsbourg e a Leonard Cohen e classificou sua música como um “apetitoso caldeirão que mistura sons de jazz, folk e chanson aos sons brasileiros”.

Em 2010 o cantor lançou o álbum “Canções para Embalar Marujos”, considerado pela revista Bravo! um dos melhores do ano, e rodou o País com a turnê do disco. Godá também foi muito elogiado pela trilha de “O Palhaço”, de Selton Mello, que teve 4 músicas suas dando o tom emocional e circense do filme.

NÔMADE (2017)

Depois de lançar os discos Canções Para Embalar Marujos, que o consagrou como uma das maiores revelações da sua geração rendendo elogiadas turnês pela Europa e Estados Unidos, e Não Mereço Seu Amor, o cantor e compositor paulista Renato Godá lançou o álbum “Nômade”, com 11 canções inéditas.

O repertório de Nômade começou a ser escrito durante uma turnê pelos EUA, quando se apresentou no festival SXSW, em Austin. Durante a estadia no Texas, Godá se aproximou de artistas locais e se reencontrou com a sonoridade da Country Music, da Americana Music e do Folk Americano, que no começo da sua história como compositor foi a grande referência.

Godá dividiu boa parte da infância e adolescência entre o universo urbano de São Paulo e o sítio no alto da Serra da Mantiqueira em Minas Gerais e a influência das canções do interior do Brasil sempre foi muito presente.

Nômade é um álbum verdadeiramente autobiográfico, com letras que falam de amor, tema recorrente em sua obra, reflexões sobre o passado, presente e o futuro, com cenários íntimos do artista como a estrada, os cavalos, mas principalmente as relações.

O disco foi gravado ao vivo, em três dias de estúdio, sem ensaios anteriores. “Eu gosto da gravação espontânea, de encontrar a minha banda no estúdio, ligar os equipamentos e simplesmente tocar as músicas. Quando é desta forma o jogo é diferente, o prazer é maior, a sonoridade é mais bruta, tem mais a minha cara, é como montar um cavalo arisco”, diz o artista.

Godá considera este o seu trabalho mais íntimo, seguro e transparente. “Já são mais de 20 anos escalando esta profissão. Cheguei no topo da montanha, na metade do caminho, e a primeira coisa que ficou clara é que daqui a visão é outra. Com as minhas botas gastas posso dizer que Nômade é um trabalho que apresento com a cara lavada”.

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